quarta-feira, janeiro 21

Um poema sobre a sede e objetivos de vida


Não somos básicos,
(Uns menos do que outros)
E vemos a sede de modo diferente.

A partir de certo ponto,
É bom que não se ceda a qualquer sede,
Mas até certo ponto.

Vejo-os com sede no corpo fraco e na mão trémula o copo,
Mas não bebem se a água não chega a um dado ponto.

Os homens que mandam neles não estão a beber:
Estão a furar copos.

(Muito) Fraquinha

Adiei por muito tempo escrever, Porque bastava-me pensar para saber Que sairía algo fraquinho. De cada vez que adiava Mais certezas me dava ...