Prossigo de braços abertos, o meu corpo a gritar que preciso.
Dona e empregada dessa necessidade que reside insatisfeita aqui onde sou eu; sei que esse mundo bruto e virgem que vou explorar a vai saciar. Parto com o passado guardado a salvo, mas sem comandar nada - como se só importasse o agora e como se nem isso ficasse para sempre.
É o nada que vive em mim, pronto a ser cheio, sem se achar nunca ser tudo.