sexta-feira, dezembro 23

De Frente Para

Prossigo de braços abertos, o meu corpo a gritar que preciso. 

Dona e empregada dessa necessidade que reside insatisfeita aqui onde sou eu; sei que esse mundo bruto e virgem que vou explorar a vai saciar. Parto com o passado guardado a salvo, mas sem comandar nada - como se só importasse o agora e como se nem isso ficasse para sempre.

É o nada que vive em mim, pronto a ser cheio, sem se achar nunca ser tudo.

(Muito) Fraquinha

Adiei por muito tempo escrever, Porque bastava-me pensar para saber Que sairía algo fraquinho. De cada vez que adiava Mais certezas me dava ...