Reprovo quem acumula pratos sujos,
Condeno quem suja os seus e os dos outros
E quem exige a papa toda no prato e o prato limpo no final.
Não metas a mão em prato em que te fiquem as unhas.
Dou a minha comida, o meu corpo e o meu tempo
A todos os que merecerem os meus pratos.
Sujo-os para a minha família, os meus amigos e qualquer outro
Que humildemente me peça um prato.
E o que eu sujo, eu lavo; o que eu não sujo, também lavo, se o merecerem.
Se a vingança é um prato que se serve frio
Não sei, nunca me vinguei, nem nunca provei desse prato.
Tento cuidar dos pratos todos, todos os meus são limpos e quentes.
Se vierem novos feios, reparo-os; se a isso se recusarem, quebro-os eu mesma.
Se me voltarem com desculpas, aceito.
Não digam mal dos meus pratos,
Já tive a banca cheia de pratos sujos, mas olhem agora que armário limpo.
Ah, só mais uma coisa:
Nunca cuspo no prato onde como.