Como o timbre de uma flauta.
Envolvente e comovente, como se a música fosse o transporte do sentimento e entrasse em nós Ou, por outra, como se no presso nós mesmos nos sentíssemos música. É assim que se mudam vontades: a nossa vontade submete-se a uma nova, a uma diferente. É assim que crescemos: com o que é novo, com o que chega diferente.
É como o timbre calmo de uma flauta, como um amanhecer por dentro. Como se ao bebermos do novo, o que é velho continuasse a importar mas em segundo plano e se saciasse uma sede escondida, uma sede que vivia calada, mas que, agora que saciada, fosse a mais satisfatória das satisfações satisfeitas.