Eu, tão pequenina, franzina e gente a menos, Não é qualquer um que sobrevive aqui. Não há vida nem morte, onde me vejo despedaçada e desperdiçada em névoas que se cansaram de esperar resposta. Resposta não é o que peço, só pedia vida. Mesmo se viesse sem pergunta nem resposta e tivesse de recorrer à filosofia para lhe dar explicação.
Peço vivamente vida, mas eles riem-se e usam-na por mim - e mal. Pensam que fazem por bem, são tudo boas decisões. Não são nada. Nem sonham o quanto me matam quando me dizem como viver a minha vida, ó homens do mundo.